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	<title>A Luz da Psicologia</title>
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		<title>QUARTA-FEIRA, 18 DE JANEIRO</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 06:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Luiz Ainbinder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas aos Ouvintes]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso ouvinte XXX nos enviou o seguinte email:  Caro do drº Luiz Ainbinder, gostaria de uma orientação :Tenho uma companheira há 6 meses. De vez em quando ela é atormentada por ciúmes, que, com esforço, consigo controlar e, às vezes e aí,  acaba saindo confusão.  Ela fala diversas besteiras: que eu estou saindo com outra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nosso ouvinte XXX nos enviou o seguinte email:  Caro do drº Luiz Ainbinder, gostaria de uma orientação :Tenho uma companheira há 6 meses. De vez em quando ela é atormentada por ciúmes, que, com esforço, consigo controlar e, às vezes e aí,  acaba saindo confusão.  Ela fala diversas besteiras: que eu estou saindo com outra mulher na rua, que toda mulher com quem falo é piranha.  Isso se repete periodicamente, e ela fica de cara feia e me trata com indiferença. (?) Dr Ainbinder, isso é normal?  O que posso fazer?</p>
<p style="text-align: justify;">Resposta</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de sua companheira, me parece que os ciúmes são delirantes, ou seja, ela imagina coisas que não acontecem, e é com base nessa hipótese que eu vou dar minha orientação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isto posto, vamos ao ponto: </strong><strong>no caso de ciúme delirante, a pessoa não consegue pensar em outra coisa, apenas nas possibilidades de ser traída e perder o parceiro.  Para piorar, as cobranças excessivas supostamente seriam justificadas como “prova de amor”.  Na verdade, </strong><strong>ciúmes é medo disfarçado em amor.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entretanto, no ciúme,  o que menos há é AMOR.  Não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas para si mesmo, pois o caso é o medo de perder  o outro ou sua exclusividade sobre ele.  A pessoa ciumenta não percebe que o outro não é um objeto que lhe pertence.  Ciúme é o medo de perder aquilo que não temos certeza de possuir.  O ciumento na tentativa de livrar-se do ciúme é levado à verificação compulsiva de suas dúvidas, chegando a atitudes absurdas e, às vezes ridículas, que na maioria das vezes não ameniza o mal-estar da dúvida.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUINDO: </strong><strong>o objetivo final de cada pessoa é a felicidade.  Diogo, se você tem quer uma companheira menos ciumenta, um carro novo, ou mais dinheiro, é porque tais coisas seriam um meio de você ser mais feliz.  A felicidade é a meta final, todas as outras seriam apenas um meio.  E, se sua companheira for patologicamente ciumenta, com certeza você não será feliz, muito pelo contrário.  A única possibilidade de você ficar com ela e ser feliz, seria ela aceitar fazer um tratamento.  Caso contrário, você só estará adiando uma separação inevitável.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTORINHA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ao trancafiarmos o amor numa jaula de ciúme &#8211; ele morre.</strong></p>
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		<title>TERÇA-FEIRA, 17 DE JANEIRO</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 06:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Luiz Ainbinder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas aos Ouvintes]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ouvinte que se identifica apenas como XXX enviou o seguinte email:  após a separação, como enfrentar a realidade do depois, já que tenho uma filha maravilhosa de 7 anos.  Gostaria muito de saber como agir numa situação dessas para que eu possa, presente ou distante, ter uma vida feliz com ela, mesmo sabendo das dificuldades.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um ouvinte que se identifica apenas como XXX enviou o seguinte email:  <strong>após a separação, como enfrentar a realidade do depois, já que tenho uma filha maravilhosa de 7 anos.  Gostaria muito de saber como agir numa situação dessas para que eu possa, presente ou distante, ter uma vida feliz com ela, mesmo sabendo das dificuldades.  Obrigado.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resposta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao se separar, o casal tem de buscar toda a maturidade possível para encaminhar bem a reação dos filhos à nova fase que se inicia. E, por mais que os pais sejam cuidadosos, a rotina muda. Bebês ficam agitados, crianças pequenas voltam a fazer xixi na cama e crianças crescidas passam a dar problemas na escola. Mas, bola pra frente.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de separação dos pais é inevitável o sofrimento que pode se manifestar através de sintomas tais como distúrbios do sono, alterações no comportamento, irritabilidade, desejo de se isolar e mudanças no apetite.  Na escola a criança pode ter atitudes mais agressivas com amigos e professores, comportamentos mais agitados, isolamento e queda no desempenho.  Por isso é fundamental que a escola seja informada do que está se passando em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Minhas orientações levam em conta a idade da criança, no caso 7 anos.  <strong>Para outras idades seriam outras orientações.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isto posto, vamos ao ponto:</strong> A rotina da criança e seu círculo social, de qualquer forma, devem ser mantidos. É importante para ela, nesta fase, ir à escola, preservar relacionamentos com amigos, ter a chance de trocar experiências, tirar a mente um pouco do ambiente familiar e sustentar as responsabilidades do dia-a-dia. Bem como é fundamental manter os eventos sociais familiares, de ambas as partes. Se o dia da festa calhar de ser em final de semana ou dia em que o combinado seja estar com o outro pai, é hora de negociar encontros substitutos. Tudo pela convivência.</p>
<p style="text-align: justify;">No geral, tente sempre conversar. É importante deixar a criança expressar sua tristeza, sem pressioná-la para reagir positivamente. Além de falar, a criança deve ter outras maneiras para expressar seus sentimentos, extravasar, deixar fluírem suas emoções. Isso pode acontecer por meio da prática de um esporte, em atividades com arte e música e até por meio de brincadeiras. Os pais têm de ficar atentos a isso e, se notarem acriança <strong>demasiadamente</strong> fechada, uma terapia pode ser uma boa alternativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais não devem esquecer que é o filho de ambos.  Embora só tenha um pai ou uma mãe com quem mora, ela sempre precisa do outro. também do outro.  <strong>- Não me perguntem se eu gosto mais um ou do outro.</strong> Eu gosto de “igual” modo dos dois. Então não critique o outro na minha frente. Porque isso dói.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Conversem como adultos.</strong> Mas conversem. E não me usem como mensageiro entre vocês &#8211; ainda menos para recados que deixarão o outro triste ou furioso.  <strong>Não me passem ao outro, na porta da casa, como um pacote.</strong> Convidem o outro por um breve instante dentro e conversem como vocês podem ajudar a facilitar a minha vida. Quando me vierem buscar ou levar de volta, deixem-me um breve instante com vocês dois. Não destruam isso, em que vocês se chateiam ou brigam um com o outro.<br />
<strong>Não briguem na minha frente.</strong> Sejam ao menos tanto tão educados quanto vocês seriam com outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUINDO: </strong><strong>infelizmente o nosso tempo é curto, muitas outras orientações poderiam ser dadas.  Mas, pelo menos, já é um bom ponto de partida.  Gil: a situação é difícil, mas a vida é difícil.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTORINHA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não importa nossa idade, temos sempre uma criança dentro de nós, alguém curioso e medroso que  deseja cuidados e proteção.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>SEGUNDA-FEIRA, 16 DE JANEIRO</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 06:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Luiz Ainbinder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas aos Ouvintes]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossa ouvinte XXX nos enviou o seguinte email:  gostaria muito de saber por que eu não tenho sorte no amor.  Nunca fiquei com um homem nem um mês.  Sou mãe solteira e só tenho a agradecer a Deus por eu ter uma filha, já casada, que mesmo sem pai, criei muito bem. Atualmente me sinto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nossa ouvinte XXX nos enviou o seguinte email:  gostaria muito de saber por que eu não tenho sorte no amor.  Nunca fiquei com um homem nem um mês.  Sou mãe solteira e só tenho a agradecer a Deus por eu ter uma filha, já casada, que mesmo sem pai, criei muito bem. Atualmente me sinto muito só.  Meus namorados ficam comigo só um dia.  Eu não sou mulher de sair para motel com quem não gosto. Acho que para ter sexo com alguém, precisa os dois se gostarem  Será que eu sou tão feia assim?  Eu não me acho feia; só acho que os homens correm de mim.  O senhor pode me ajudar?</p>
<p style="text-align: justify;">Resposta</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Em psicologia social, existe um princípio conhecido como </strong><strong>Efeito São</strong><strong> </strong><strong>Mateus.</strong><strong> Ele se refere a uma passagem do Evangelho de São Mateus que diz: “Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade.  Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isto posto, vamos ao ponto: </strong><strong>a explicação é simples, sem qualquer relação com religião ou significado místico.  Em tese, esse princípio afirma é que se você possui uma imagem positiva de si mesma no presente, terá uma imagem positiva do futuro e, por isso, terá chances muito grandes  de melhorar cada vez mais seu estado de espírito.  Ao contrário, se você tem uma imagem negativa do presente, atrairá cada vez mais coisas negativas no futuro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portanto, devemos persistir de maneira incansável, na construção de um estado mental de gratidão e confiança pelo que já existe de positivo em nossa vida, em vez de se focalizar e resistir ao que é negativo.  A resistência sempre é o resultado de uma </strong><strong>não aceitação do que é. </strong><strong> Sempre teremos eventos negativos na vida.  Problemas, rejeições são inevitáveis, mas não definem quem somos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Temos a tendência de imaginar o futuro baseados na maneira como nos sentimos no presente. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Todos que  superaram suas dificuldades de vida, usaram um princípio fundamental: </strong><strong>todos aceitaram sua condição, por pior que fosse, e agiram a partir dessa aceitação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUINDO: </strong><strong>quase sempre esperamos que alguma circunstância em nossa vida se altere para podermos mudar nosso estado emocional.  No caso da Maria Eloeda essa circunstância seria ter um companheiro definitivo.  Mas a verdade é exatamente o oposto:  precisamos primeiro mudar nosso pensamento para que ele mude nossas ações, que por sua vez mudarão nossos resultados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTORINHA</strong></p>
<p><strong>Você está hoje onde os seus pensamentos te trouxeram; você estará amanhã onde seus pensamentos te levarem.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>SEXTA-FEIRA, 13 DE JANEIRO</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 06:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Luiz Ainbinder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas aos Ouvintes]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma ouvinte que pediu para ficar no anonimato nos enviou o seguinte e dramático email:  meu marido já me traiu e, por conta disso, eu me sinto muito insegura.  Ele não me trata bem, não me dá carinho e só vive de mau humor.  Eu tento, de todas as formas, agradá-lo.  Só que para ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma ouvinte que pediu para ficar no anonimato nos enviou o seguinte e dramático email:  meu marido já me traiu e, por conta disso, eu me sinto muito insegura.  Ele não me trata bem, não me dá carinho e só vive de mau humor.  Eu tento, de todas as formas, agradá-lo.  Só que para ele eu não presto, o que faz aumentar minha insegurança.  Eu não me conformo com a forma pela qual ele me trata.  Quando brigamos, ele me xinga e fala que se eu não estiver satisfeita é para sair de casa.    Ele não gosta de ser questionado em nada.  Eu não posso sequer perguntar aonde ele vai quando sai.  Eu o amo demais, e tenho medo de ele não ter mais amor por mim. (?) Devo deixar ele de lado, ou será pior pois, para ele, tanto faz!  Temos um filho e somos casados há menos de dez anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo amor de Deus, o que eu faço?</p>
<p style="text-align: justify;">Resposta</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nossa ouvinte diz que ama demais o marido e tem dúvidas se deve deixá-lo ou não de lado.  Bem, com certeza ela ama a si mesma <strong>de</strong> <strong>menos</strong> e também já deixou a si mesma de lado.  Ela acha que amar implica em sofrer e se anular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isto posto, vamos ao ponto:  nossa ouvinte se ressente pela forma como é tratada pelo marido.  Este ressentimento, curiosamente, faz com que ela se sinta importante.  Sente que é vítima da injustiça do marido, o que lhe dá uma mórbida satisfação.  A pessoa injustiçada, no seu pensamento, é moralmente superior a quem cometeu a injustiça.  Se ela consegue provar aos outros que está certa, ela tem um ganho real, embora discutível: o de ter razão.   É infeliz, mas tem razão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enquanto cultivarmos qualquer tipo de ressentimento, não seremos  independentes nem responsáveis pela nossa vida.  Passaremos o poder para outras pessoas, eventos ou circunstâncias.  Elas controlarão nossas emoções e ações.  Como não seremos livres, a felicidade e o sucesso irão depender dos outros, serão um favor que eles, Deus ou a vida ficarão nos devendo.  Olharemos para o mundo à espera de que ele nos dê o que precisamos para sermos felizes.  Quando isso não acontece, nos sentimos feridos e culpamos os outros ou as circunstâncias da vida pela nossa mágoa.  Ao acreditarmos que as pessoas nos devem gratidão, apreciação ou reconhecimento, sentimo-nos miseráveis quando isso não acontece.  Se a vida nos deve satisfação, nos ressentimos quando não estamos satisfeitos.  Sentimo-nos como se fôssemos injustiçados, vítimas da própria vida.  Levamos em nós um sentimento amargo, que fica à procura de um gancho no qual possa se prender. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUINDO:  quando o ressentimento se torna um hábito, ele facilmente se transforma em autopiedade.  E uma vez que ela se aloja na mente, não conseguimos mais viver sem ela.  Não nos sentimos bem quando não temos nada a que culpar pela nossa situação.  Nosso ressentimento, como disse anteriormente,  não é causado por outras pessoas, eventos ou circunstâncias. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTORINHA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não é nem uma pessoa, nem circunstâncias externas que nos impedem de sermos felizes.  Somos nós!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>QUINTA-FEIRA, 12 DE JANEIRO</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 06:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Luiz Ainbinder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas aos Ouvintes]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossa ouvinteXXX nos enviou um email curto, objetivo e muito interessante.  Ela pergunta o seguinte:  Como posso saber se sou feliz ou não?  Em que momento eu passo a ser feliz?
Resposta
Ouvintes:  a pergunta “sou feliz” é uma abordagem binária, ou seja:  ou somos felizes ou não somos.  É uma questão de tudo ou nada, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nossa ouvinteXXX nos enviou um email curto, objetivo e muito interessante.  Ela pergunta o seguinte:  Como posso saber se sou feliz ou não?  Em que momento eu passo a ser feliz?</p>
<p style="text-align: justify;">Resposta</p>
<p style="text-align: justify;">Ouvintes:  a pergunta “sou feliz” é uma abordagem binária, ou seja:  ou somos felizes ou não somos.  É uma questão de tudo ou nada, de preto ou branco.  Só que a realidade não é preta nem branca, <strong>é cinza!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Isto posto, vamos ao ponto: </strong>a felicidade, de acordo com essa abordagem, tipo “sim ou não”, seria o fim de um processo, um ponto de chegada definível e que, quando alcançado representaria o término de nossa busca pela felicidade.  No entanto, esse ponto não existe, e adotar essa crença leva a insatisfações e frustrações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Podemos sempre ser mais felizes; não há pessoa que experimente completa bem-aventurança durante todo o tempo e sem mais nada a aspirar.  Assim, Selma Cristina, em vez de se perguntar se você é feliz ou não, uma pergunta mais útil seria você se perguntar: “Como posso ser mais feliz?”  Essa questão leva em consideração a natureza da felicidade e o fato de que a sua busca é um processo permanente, melhor representado por uma viagem sem fim e não por algum lugar que você chegue.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em vez de se sentir decepcionada porque ainda não alcançou o ponto da perfeita felicidade – que não existe, &#8211; em vez de desperdiçar suas energias inutilmente tentando avaliar quão feliz você é, é melhor reconhecer que a felicidade é um recurso ilimitado para então se concentrar nas formas como você pode obter mais dela.  Ser feliz é uma busca para toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUINDO: </strong>A felicidade nada tem a ver com alcançar o topo da montanha nem escalar sem rumo uma montanha; a felicidade é a experiência de escalar em direção ao cume e, essa possibilidade está sempre disponível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTORINHA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá,</p>
<p style="text-align: justify;">a cada pessoa, tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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